maio 22, 2004

Conto erótico:Que mãe!

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Meu nome é Bruno, tenho 18 anos e sou filho único de pais separados. Ser criado pela mãe é complicado, o que piora ainda mais quando você ouve os amigos cochicharem entre si o quanto sua mãe é peituda e gostosa. Isso me deixava louco, mas eu não podia fazer nada. Além de ser verdade, eu nunca fui um cara forte, e não ia me arriscar a arranjar briga no colégio. Há dois meses conheci Jorge, um cara de mais ou menos quarenta anos - mas que aparentava muito menos. Tudo o que ganhava, ele investia em equipamentos, possuindo assim máquinas de última geração. Uns diziam que ele era gay, pois nunca se casara. Outros, ao contrário, diziam que ele comia mulheres especiais. Por um desses acidentes da vida eu acabei ganhando uma imagem do Pink Floyd de mil anos atrás, tirada pelo meu pai numa viagem para a Inglaterra, onde ele topou com um ensaio do conjunto nos arredores de Londres. Ele bateu a foto do conjunto, sem saber que após alguns anos eles seriam o que são. Foi assim que acabei tendo acesso ao Jorge e aos seus equipamentos. Era o céu! Sempre fui muito aplicado no que faço e Jorge percebeu isso, além de ter ido com a minha cara. Ele começou a me dar algumas chances de trabalho e comecei a faturar algum dinheirinho, nascendo aí também uma pequena amizade. Na semana passada, Jorge me deu um monte de trabalho para fazer em casa e aquilo iria me render mais de R$2.000,00 limpos. Todo dia eu acordava cedo, ia para o computador e só saía para dormir. Estava de férias na escola. Em uma bela manhã, lá pelas nove horas, minha mãe tinha ido ao supermercado e meu computador travou. Entrei em desespero, estava com muita coisa na memória, eram dias de trabalho que eu poderia perder. Na hora só pensei em ligar para o Jorge. Quando falei com Jorge, ele estava saindo de casa, e meio que a contragosto disse que passaria na minha casa para ver o problema. Dei o endereço e fiquei aguardando. Apesar de muito inteligente, Jorge esbarrava sempre no mesmo problema que eu: consertar, ele consertava, mas não conseguia salvar o que estava no HD. Era esse o quadro quando minha mãe chegou. Ao ver um estranho em casa, ela estranhou e fechou a cara. Feitas as apresentações e explicado os motivos, ela ficou mais gentil e foi cuidar das coisas dela. A partir de então, duas coisas mudaram drasticamente: Jorge perdeu a pressa e a irritação por estar na minha casa e minha mãe, mesmo distante, começou a olhar para ele quando achava que eu não estava olhando. Isso foi grande a minha surpresa para mim, pois ela sempre foi muito contida. Lembro-me apenas de um tal de Osório, que ela chegou a me apresentar. Os outros poucos nem isso ela se permitiu fazer. Imaginava que há mais de um ano minha mãe não tinha ninguém. De repente ouço minha mãe nos chamar para almoçar... almoçar? Sim, já passava do meio dia. Convite feito ao Jorge e aceito quase que sem pensar. Muito estranho para um cara que só almoçava nos melhores restaurantes da cidade. Durante o almoço, mais estranheza, minha mãe estava gentil, sorria com elegância e mostrava interesse em tudo o que Jorge falava. Fiquei alerta. Terminado o almoço, Jorge se dispôs a ajudar minha mãe na cozinha - sem dúvida ele achava que eu era retardado. Mas o que eu podia fazer? Nada, além de ficar puto. Na cozinha a coisa continuava intensa, muita conversa e risos nervosos. Nisso o telefone toca. É da escola. Aquela maldita certidão de nascimento estava dando problema de novo. Era necessário ir lá. Minha mãe ia, até que Jorge inventou a necessidade de ferramentas e de um programa de inicialização. Tá bom, o programa até que era necessário, mas não naquela hora. Apesar de puto concordei em sair, mesmo sabendo que alguma coisa poderia rolar entre eles. Bolei um plano enquanto trocava de roupa. Nós moramos no primeiro andar e existe uma lage que dá acesso ao nosso apartamento. Isso nos obriga a manter a nossa varanda sempre trancada com cadeado. Sem que percebessem, fui à varanda, destravei o cadeado e saí, sem despertar suspeita. Já fora, avisei ao zelador que iria buscar uma peça de roupa que caíra na laje, fato comum, e me instalei na varanda. Estava escondido pela cortina da sala e com vista total da sala e do quarto. Ao chegar na varanda, vi Jorge trabalhando como um louco e minha mãe fora da minha visão. Só poderia estar na cozinha ou no banheiro. Então surge minha mãe com um vestidinho simples, toalha enrolada no cabelo e dá um puta esporro no Jorge. Ele fica frio, explica que não foi nada daquilo que ela estava falando e que tudo não passou de um acidente. Minha mãe fica calada e pede desculpas. Jorge se levanta e faz que vai embora, mas minha mãe se adianta e pede que ele não vá. Senti um frio na espinha. Ele não teve dúvidas, virou-se para ela e disse: - Quero te ver nua. Senti minha mãe fraquejar, e sem muita convicção ela perguntou se ele estava louco. Jorge se aproximou mais ainda e lhe deu um beijo na nuca. Nesse momento pensei em entrar e sair na porrada, mas quando eu ia fazer isso, escutei minha mãe perguntar. - Mas e o Bruno? Nossa, pensei eu, isso era uma concordância. Eu era o problema, então recuei. Nisso Jorge pega o celular, liga para o escritório e manda me segurarem lá quando eu aparecer: - Viu? Está tudo resolvido. Ele foi na direção dela, a abraçou e começou a abrir o zíper. Ela deu uns passos para trás, tirou o vestido e ficou se exibindo de costas. Tirou o sutiã e abaixou a calcinha, jogando-a quase que na cara do Jorge. Sem tirar os olhos dela, vi que o Jorge estava pelado e com o pau em riste. Ela estava com os olhos cerrados, denotando muito prazer. Ele começou a provocá-la, passando o pau na bunda dela - mas se o Jorge pensa que ela vai deixá-lo meter no cu dela, pode esquecer! Ela nunca faria isso... Enquanto eu penso, vejo-a se inclinar e apoiar na cômoda em frente ao espelho. Enquanto ele a segura pelos seios e depois pela cintura, ela espera ansiosa pelo que vai acontecer. E acontece. Jorge mete a cabeça do pau, com força, no cu dela. Ela vibra... e pede mais. Ele atende. Com algum esforço, o pau dele entra todo. A cena é clara, ela gosta e pede mais. Jorge começa então e entrar e sair, primeiro devagar, depois com força e rápido. Fica bombando com força no cuzinho dela, e a cada estocada ela dá um grito. Ela está adorando ser enrabada... Não sei o que aconteceu, mas de repente ela saiu e foi para o banheiro. Pelo jeito o Jorge também não entendeu, pois ficou ali, de pé, com o pau duro, sem gozar e acho que sem saber o que fazer. Ela voltou com uma toalha na mão. Com um sorriso super malicioso, beija Jorge no ombro, vai descendo até a barriga e começa a limpar o pau dele. Em seguida, ajoelhada, começa a chupá-lo delicadamente. Ele vai à loucura. Ela engole o pau dele até a raiz - não sei como consegue - e ainda olha para ele com a boca cheia. Então vai tirando a boca bem devagar, lambendo a cabeça da pica e enfiando um pouco a língua, arrancando urros do Jorge. Então, sem aviso, ele goza na boca dela, e pelo que vejo goza muito. Quando penso que ela vai gritar de nojo, ela abre ainda mais a boca e começa a brincar com a porra dele, mostrando que está com a boca toda suja. Depois engole aquele mar de porra e mostra a língua para Jorge, mostrando que fez o trabalho direitinho. Ela goza com o gozo dele na boca, o corpo estremece e dá para ver que ela está escorrendo pela coxa, de tão excitada. Certamente ele não esperava isso. Jorge sempre me disse que as mulheres não gostam de duas coisas: dar e cu e engolir porra. Quando elas faziam isso, ou era para agradar ou por dinheiro, mas nunca por prazer. As casadas só faziam isso depois de muito tempo e insistência do marido. Porém ela não só tinha dado a bunda, como o havia chupado com imenso prazer até ele gozar, e depois gozou de tesão em estar com a boca cheia de porra. Ele caiu na cama e ela foi novamente pro banheiro - acho que tomou uma chuveirada enquanto Jorge se recuperava na cama e eu na varanda. Quando voltei a abrir os olhos, ela já estava em cima dele e queria mais. Demorou um pouco, mas Jorge logo estava pronto. Ela sorriu quando sentiu novamente a dureza do pau. Sem esperar Jorge a virou, colocando-a embaixo dele. Ela reagiu abrindo ainda mais as pernas e ficando toda arreganhada. Eu via tudo através do espelho. Jorge não perdoou, enfiou tudo de uma só vez enquanto ela só pedia que ele a fudesse com força, muito força. Ela gritava, agarrava a bunda dele, cravava as unhas nas costas de Jorge e implorava para ele meter com tudo. O cara estava a mil, e quanto mais ela fazia isso, mais ele forçava. Eles fuderam com tanta fúria que acabaram quebrando a cama. Como se nada tivesse acontecido, continuaram fudendo e explodiram num gozo incrível. Foi uma loucura! Jorge gozava e urrava, ela gozava e tremia. Depois de algum tempo eles se levantaram, foram tomar banho, vestiram-se e Jorge consertou a cama. Ele falou que nunca havia fudido tão gostoso como naquele dia. Ela também gostou e disse que gostaria de repetir sempre, só que havia um incômodo: eu. Eles não conseguiriam ficar me enrolando por muito tempo. Então minha mãe argumentou: - Você disse que ele é bom no que faz, então você dá um emprego para ele na sua firma, com um bom salário, e nós saberemos sempre onde ele está. – Brilhante!, concordou Jorge, que deu um beijo na minha mãe e foi embora. E assim eu consegui o meu primeiro emprego.

Posted by miguelpfaria at 08:33 PM | Comentários: (3)

maio 04, 2004

bom dia pessoal!!

entao como é pessoal o zona quente ta ha espera das vossas visitas.... queremos que nos contem os vossos desejos mais intimos as vossas fodas mais deliciosas tudo o que quiserem contar... ficamos a espera.... bjos nessas piças gostosas, isto para os gajos... e para as gajos bjos nesse grelinho gostoso.....

Posted by miguelpfaria at 01:07 PM | Comentários: (1)

maio 03, 2004

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Conhecido pelo bom humor dentro e fora das cenas, Tony conta que já teve um grupo de pagode e explica o significado da enigmática tatuagem que possui no braço.

Perfil:

Idade: 25

Signo: Virgem

Altura: 178

Dote: 17 cm

Número de filmes realizados: 210.

 Você já usou outros nomes ao longo da carreira?

Tony Tigrão: Já. No começo da carreira usava Tony Carlos.

Como você começou a fazer trabalhos adultos?

Tony Tigrão: Através de uma locadora de vídeos. Meu pai sempre foi do público pornô e alugava os filmes que chegavam na locadora perto de onde eu moro. Um dia perguntei para o dono da locadora se conhecia alguém que fazia filmes. Ele me arranjou o telefone do diretor Osmar Borges, já falecido, que na época era da Brasileirinhas. Então fui lá e fiz o meu primeiro filme.

Por que você entrou para a indústria?

Tony Tigrão: Porque na época eu estava desempregado. Aí eu pensei “Ah, se eu conseguir...” Eu sempre assisti a filmes e imaginava como era participar deles...queria ver como era...

O que você fez antes de ser ator?

Tony Tigrão: Eu era músico. Tinha grupo de pagode, o Boka Loka, e meu pai tinha um açougue, então eu o ajudava. Trabalhava com meu pai no açougue, junto com dois dos meus quatro irmãos (os outros dois também são músicos). Quando a minha banda ia gravar o cd, descobrimos que o nome Boka Loka já existia, então o nome do grupo virou Convicção.

Qual foi o seu primeiro filme?

Tony Tigrão: Foi O Castelo das Taras 2, feito em 1998. Diga um ponto positivo da sua profissão: Tony Tigrão: É que você transa e ganha para isso... fica com as melhores garotas e ainda recebe para isso. E a amizade que você faz no meio (pornô), cria uma 2ª família. Às vezes você fica na locação por uma semana, e tem conversa, momentos engraçados, também tem briga... é uma família.

E um ponto negativo da profissão?

Tony Tigrão: Aqui eles não valorizam muito a profissão como lá fora.... Às vezes, se você faz cem cenas boas, você é o melhor. Aí se duas cenas dão errado, você é descartado: - Ah... não chama mais ele não porque ele é brocha... Algumas vezes a menina não bate comigo, aí demora...

Com quem você mais gostou de trabalhar? Por quê?

Tony Tigrão: Gostei muito de contracenar com a Lulu dos Sonhos, porque é ela é muito legal. Antes da cena a gente pegou uma intimidade boa e parecia que nós já nos conhecíamos há muito tempo... Ela morava no Rio (de Janeiro), e quando eu ia gravar lá ou viajava pro Rio, ficava na casa dela. Foi uma das poucas pessoas com quem eu desenvolvi uma grande amizade... E ela é louca, faz o que tem vontade na hora que quer... não está nem aí...

Com quem você tem vontade de trabalhar?

Tony Tigrão: Com a Sylvia Saint e com a Belladonna, porque já vi cenas delas e fiquei louco....e também porque gosto muito da Sylvia.

Você tem um ídolo pornô?

Tony Tigrão: Tenho. Eu me inspirei no Rocco (Siffredi), porque gosto do estilo dele, que é mais hard...

Quanto tempo, em média, você leva para fazer uma cena de sexo?

Tony Tigrão: Se depender de mim, se eu estiver bem e a atriz também, leva uma hora. Já consegui fazer até em menos tempo. Depende também da produtora... tem cenas maiores e menores....Uma vez trabalhei para uma produtora estrangeira, fiz duas posições de vaginal e o diretor disse: - Já pode gozar! A Buttman demora cerca de uma hora e meia... O máximo que já consegui foram quarenta minutos e o diretor liberou... Às vezes você pára antes da cena acabar, porque goza antes ou porque não está legal. Aí tem que ficar parando, se excitando... Se a menina faz tudo perfeito (anal, vaginal...) a cena desenrola mais rápido.

Você tem alguma peculiaridade, algo que te diferencie dos outros atores?

 Tony Tigrão: A minha peculiaridade é que eu danço conforme a música, sei fazer vários tipos de cena, mas a minha preferida mesmo é a cena hard.

Qual é, na sua opinião, a diferença entres os filmes estrangeiros e os nacionais?

 Tony Tigrão: Nos filmes nacionais eles gravam muito tempo para aproveitar muito pouca imagem... e na hora em que você vai ver a cena, ela é rápida... Os americanos são mais rápidos pra gravar. Você chega, a cena é rápida e pronto.

 A sua família sabe o que você faz?

Tony Tigrão: Minha família toda sabe. Moro com os meus pais e eles estão na boa. Minha mãe que às vezes fala: - Pára logo com isso!, e eu vou enrolando ela... Meu pai acha ótimo; se eu cuido da saúde, faço uma coisa honesta e ganho dinheiro, está ótimo para ele.

Qual foi a reação da família e dos amigos ao saberem que você atuava?

 Tony Tigrão: Desde o começo minha família soube. Quando estava vendo o contrato, eles já sabiam. Ficavam preocupados, com medo do filho pegar uma doença e tal, mas entenderam numa boa. Procurei não falar nada para os meus amigos, mas sempre tem uns que acabam vendo o filme. Então esperei eles virem falar comigo. Para uns poucos eu contei... Muitos amigos passaram a querer fazer filme depois disso... Já arrumei gravação para amigo meu, o Clodoaldo, e arranjei tudo para ele trabalhar. Não teve reação negativa.

 Você é casado ou tem namorada?

Tony Tigrão: Não. No momento estou solteiro.

E quando você está namorando, rola ciúme da profissão?

Tony Tigrão: Eu fui casado (não na igreja, mas morando junto) e na época já fazia filme. Tenho três filhos, uma menina de sete anos, uma de seis e um menino de cinco. Minha ex mulher não sabia que eu era ator. Para ela, eu falava que fazia uns bicos de segurança. Aí emprestei uma fita para um amigo, que mostrou para a minha tia, que era muito amiga da minha ex mulher. Então minha tia mostrou a fita para ela, e quando cheguei em casa as malas dela estavam prontas. Nós dois conversamos e resolvemos tudo. Quando eu chegava da gravação, minha ex mulher ficava incomodada, com ciúmes, mas eu falava: - Não vou deixar de fazer isso. Está entrando um dinheiro para mim agora e eu não vou parar. Desse jeito não vai dar certo. E não deu. Mas nos separamos por motivos pessoais, não foi nem por causa dos filmes. Ela já estava até me ajudando a fazer a bolsa que eu levava para as gravações... Os meus filhos são muito pequenos e não sabem, eu só digo que vou trabalhar. A mais velha está mais esperta, já sabe que vou gravar.

 Você é reconhecido nas ruas? Como as pessoas reagem?

Tony Tigrão: Não sou muito reconhecido mas acontece, às vezes, da pessoa chegar e perguntar se eu não sou aquele cara que faz filme... As perguntas são sempre as mesmas: – Você toma algum remédio? Você ganha bem? Onde o filme é gravado? Sempre acontece de alguém me reconhecer. Se não fala comigo, a pessoa pára e fica olhando. Então sei que me reconheceu e fico pensando “ela sabe quem eu sou mas está acanhada, ou se lembra de mim de algum lugar”.

 O que você gosta de fazer quando não está trabalhando?

Tony Tigrão: Quando estou com dinheiro, gosto de sair. Se não estou, fico em casa. Gosto muito de ir à praia ou a baladas que tenham pagode, porque adoro pagode. Ia muito para o Consulado da Cerveja, Mistura Brasileira, Caipiraço, Olímpia... Às vezes tem show nas quadras de escola de samba. Eu moro próximo à quadra da Freguesia do O, chamada Rosa de Ouro, em São Paulo, e eles chamam grupos famosos lá... Quando tem show eu apareço, mas agora ando meio parado... Gosto de cinema, de ir ao shopping...

Ainda existe alguma fantasia que você não realizou?

Tony Tigrão: Uma fantasia que eu nunca fiz foi transar dentro d’água. Pode ser piscina, mar... Já fiz cena na areia, mas nunca na água. Sempre quis fazer, mas não pude.

 Qual a parte do corpo feminino que te dá mais tesão?

Tony Tigrão: A bunda... a famosa tanajura, redondinha e grande... típica da mulher brasileira.

E no seu corpo? Prefere o quê?

Tony Tigrão: As pernas, porque tenho a coxa um pouco grossa. Então uma das coisas que eu sempre exibo quando dá são as pernas. E elas sempre falam: - Nossa, que pernão, Tony!

 Qual o significado do “N” que você tem tatuado?

 Tony Tigrão: Meu apelido aqui para os meus amigos é Nenê, e muita gente pergunta o que é o “N” tatuado no meu braço. Fiz essa tatuagem quando tinha treze anos. Não fiz o resto porque não agüentei a dor...

Deixe uma mensagem para os leitores:

 Eu tenho uns projetos, não está nada acertado ainda, mas quero começar a produzir meus filmes. Então procurem por eles... Vou tentar fazer filmes o mais naturais possível. Quero ligar a câmera e deixar rolar, sem ter aquilo do ângulo certo. Se a câmera tremer, tudo bem, se a menina tiver sem batom mas eu gostar assim, pode deixar, como se fosse um estilo meio amador. Gostaria que vocês pedissem por esses filmes e os assistissem.

Posted by miguelpfaria at 11:59 PM | Comentários: (2)

maio 02, 2004

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Posted by miguelpfaria at 04:24 PM | Comentários: (0)

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Aqui esta a 1º foto do zona kente digam la se isto não abre o apetite??? Esperem para ver o que ainda esta para vir.....

Posted by miguelpfaria at 04:19 PM | Comentários: (0)

o blog zona quente!!!

este blog como é de esperar pelo nome vai ser um blog sobre sexo e grandes fodas... aqui vamos colocar fotos de foda com grandes caralhos, conas boas.... vai ser um blog ke vai ter um pouco de tudo que agradara quer homens quer mulheres. vamos colocar aqui algumas entrevistas de actores porno e muitas mais coisas... esperem para ver.

Posted by miguelpfaria at 04:15 PM | Comentários: (1)